MAQUETE
A IMPORTÂNCIA DA MAQUETE NA ARQUITETURA
É através das maquetes que os projetos arquitetônicos, ficam mais realistas, pois é possível verificarmos suas formas e entornos.
Talvez você se pergunte, para que serve mesmo uma maquete? O primeiro passo é conhecer esse artefato e só assim descobrir a sua utilidade. Após uma grande pesquisa em grandes sites de arquitetura nacional e internacional é possível afirmar que uma maquete é nada mais, nada menos que uma representação volumétrica da imaginação do arquiteto e é de grande importância para figurar a obra sob um ângulo mais realista, ou seja, esse elemento ajuda a tornar o projeto desenhado em uma planta, em algo sólido, ou seja palpável, onde através dela é possível visualizar suas formas e harmonia com o entorno.
Como é feita uma maquete? Para que o qualquer projeto se torne uma maquete é necessário seguir esses passos, levando em consideração a proposta do trabalho como também foi destacado na resposta da pergunta anterior.
Quais são os materiais para maquete de arquitetura? Na confecção de uma maquete é possível usar qualquer tipo de material, desde recicláveis até massinha. Mas é claro que a proposta do trabalho vai definir a utilização e qualidade dos materiais.
PLOTAGEM: Falar sobre plotagem da planta, parece um tanto difícil, porém esse é um passo muito importante e é por que tudo se incia, pra ser mais objetivo é o primeiro passo para fazer sua maquete de arquitetura é plotar a planta na escala da maquete.
PLANIFICAÇÃO E CORTE: Nessa etapa, você precisa conferir as medidas na planta e fazer a planificação no material escolhido para confecção. Depois, é só cortar. Para garantir a precisão e bom acabamento, passe o estilete suavemente várias vezes até o material soltar. Durante esse processo, é importante nomear as peças para não se perder na hora da montagem. Por exemplo, “fachada lateral direita”, “fundos” etc.
COLAGEM: Agora é só pegar a cola e ir colando as peças, certo? Não! Antes, é importante confirmar se as partes foram cortadas corretamente. Por isso, a dica é usar fita dupla face, que ajuda caso seja necessário fazer ajustes. Após essa primeira checagem, vá colando aos poucos com a cola, sempre verificando se precisa fazer algum ajuste no corte antes de fechar. Esse ajuste pode ser feito com a tesoura ou lixa, vai depender do tipo do material usado. Vá juntando as peças da maquete e, em seguida, cole sobre a base escolhida.
DIFERENÇA ENTRE OS PROCESSOS DE CRIAÇÃO
É de fato possível diferenciar o processo de criação orientado por maquetes de outros processos criativos utilizados em projetos arquitetônicos, essa experiência reafirma o grande potencial do modelo tridimensional físico, como ferramenta que permite maior facilidade de compreensão do projeto arquitetônico. O primeiro contato que as pessoas tem com a maquete física na atividade de extensão ocorreu no corredor da concepção e correspondeu ao momento de maior euforia, deslumbramento e curiosidade de feitura. Dessa forma, o modelo despertou grande interesse por parte das passas, tanto pelo objeto construído quanto pelo próprio edifício. Evidencia-se, também, a importância da visualização patrimonial da arquitetura moderna paulista, de modo a permitir que maior quantidade de cidadãos possam reconhecê-la e valorizá-la.
DINÂMICA DO PROCESSO DE CRIAÇÃO
Demonstrar como o processo de criação por maquetes ocorre na dinâmica do processo de criação de obras arquitetônicas. Todos que conhecem estudantes de arquitetura já perceberam que fazer maquetes faz parte do cotidiano do curso. A maquete é considerada um instrumento de criação fundamental para estimular a criatividade e para a concepção de projetos. E não são apenas os estudantes que trabalham com essa ferramenta diariamente. Mesmo com toda a tecnologia que temos acesso hoje, muitos arquitetos não abrem mão das maquetes manuais no processo de criação. Mas, afinal, qual é a importância delas na concepção de projetos? A maquete sempre foi um instrumento importante para a compreensão de um projeto. É uma extensão do desenho técnico que nos permite ter noção de escala, volumetria e estética também. Afinal, é uma representação da realidade, ou pelo menos da realidade que imaginamos. Apesar da existência de programas de modelagem 3D, que para alguns facilitam a representação e criação de volumetrias, para outros a maquete manual ainda é indispensável. E o uso desse instrumento vai além do que a simples representação espacial de um projeto. Ela muitas vezes é utilizada no próprio processo de criação através das maquetes conceituais e de idealização.


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